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Archive for Junho 2014

Os nomes do Espírito Santo

segunda-feira, 23 de junho de 2014
Posted by FrTutorial no Brasil
Os nomes do Espírito Santo.

(a) Espírito de Deus. O Espírito é o executivo da Divindade, operando tanto na esfera física como na moral. Por intermédio do Espírito, Deus criou e preserva o universo. Por meio
do Espírito — "o dedo de Deus" (Luc. 11:20) — Deus opera na esfera espiritual, convertendo os pecadores, santificando e sustentando os crentes.
1) é o Espírito Santo divino no sentido absoluto? Sim. Prova-se sua divindade pelos seguintes fatos: Atributos divinos lhe são aplicados; ele é eterno, onipresente, onipotente, e onisciente (Heb. 9:14; Sal. 139:7-10; Luc. 1:35; 1 Cor. 2:10,11). Obras divinas lhe são atribuídas, como sejam: criação, regeneração e ressurreição (Gen. 1:2; Jo 33:4; João 3:5-8; Rom. 8:11). é classificado junto com o Pai e o Filho (1 Cor. 12:4-6; 2 Cor. 13:13; Mat. 28:19; Apoc. 1:4).

2) O Espírito Santo é uma pessoa ou é apenas uma influência? Muitas vezes descreve-se o Espírito duma maneira impessoal — como o Sopro que preenche, a Unção que unge, e o Fogo que ilumina e aquece, a Água que é derramada e o Dom do qual todos participam. Contudo, esses nomes são meramente descrições das suas operações. Descreve-se o Espírito duma maneira que não deixa dúvida quanto à sua personalidade. Ele exerce os atributos de personalidade: mente (Rom. 8:27); vontade (1 Cor. 12:11); sentimento (Efés 4:30). Atividades pessoais lhe são atribuídas: Ele revela (2 Ped. 1:21); ensina (João 14:26); clama (Gál. 4:6); intercede (Rom. 8:26); fala (Apo. 2:7); ordena (Atos 16:6,7); testifica (João 15:26). Ele pode ser entristecido (Efés. 4:30); contra ele se pode mentir (Atos 5:3), e blasfemar (Mat. 12:31,32). Sua personalidade é indicada pelo fato de que se manifestou em forma visível de pomba (Mat. 3:16) e pelo fato de que ele se distingue dos seus dons (1 Cor. 12:11). Alguns talvez tenham negado a personalidade do Espírito porque ele é descrito como tendo corpo ou forma. Mas é preciso distinguir a personalidade e a forma corpórea (possuir corpo). A personalidade é aquilo que possui inteligência, sentimento e vontade; ela não requer necessariamente um corpo. Além disso, a falta duma forma definida não é argumento contra a realidade. O vento é real apesar de não possuir forma. (João 3:8.) Não é difícil formar um conceito de Deus Pai ou do Senhor Jesus Cristo, mas alguns têm confessado certa dificuldade em formar um conceito claro do Espírito Santo. A razão é dupla: Primeiro, nas Escrituras as operações do Espírito são invisíveis, secretas, e internas; segundo, o Espírito Santo nunca fala de si mesmo nem apresenta a si mesmo. Ele sempre vem em nome de outro. Ele se oculta atrás do
Senhor Jesus Cristo e nas profundezas do nosso homem interior. Ele nunca chama a atenção para si próprio, mas sempre para a vontade de Deus e para a obra salvadora de Cristo. "não falar de si mesmo" (João 16:13)

3) é o Espírito Santo uma personalidade distinta e separada de Deus? Sim; o Espírito procede de Deus, é enviado de Deus, é dom de Deus aos homens. No entanto, o Espírito não é independente de Deus. Ele sempre representa o único Deus operando nas esferas do pensamento, da vontade, da atividade. O fato de o Espírito poder ser um com Deus e ao mesmo tempo ser distinto de Deus é parte do grande mistério da Trindade.
(b) Espírito de Cristo. (Rom. 8:9.) não há nenhuma distinção especial entre as expressões Espírito de Deus, Espírito de Cristo, e Espírito Santo. Há somente um Espírito Santo, da mesma maneira como há somente um Deus e um Filho. Mas o Espírito Santo tem muitos nomes que descrevem seus diversos ministérios. Por que o Espírito é chamado o Espírito de Cristo?

1) Porque ele é enviado em nome de Cristo (João 14:26).
2) Porque ele é o Espírito enviado por Cristo. O Espírito é o princípio da vida espiritual pelo qual os homens são nascidos no reino de Deus. Essa nova vida é comunicada e mantida por Cristo (João 1:12,13; 4:10; 7:38), que também batiza com o Espírito Santo (Mat. 3:11). (3) O Espírito Santo é chamado Espírito de Cristo porque sua missão especial nesta época é a de glorificar a Cristo (João 16:14). Sua obra especial acha-se em conexão com aquele que viveu, morreu, ressuscitou e ascendeu ao céu. Ele torna real nos crentes o que Cristo fez por eles.
4) O Cristo glorificado está presente na igreja e nos crentes pelo Espírito Santo. Ouve-se sempre que o Espírito veio tomar o lugar de Cristo, mas é mais correto dizer que ele veio tornar real a Cristo. O Espírito Santo torna possível e real a onipresença de Cristo no mundo (Mat. 18:20) e sua habitação nos crentes. A conexão entre Cristo e o Espírito é tão íntima, que se diz que tanto Cristo como também o Espírito habitam no crente (Gal. 2:20; Rom. 8:9,10); e o crente está tanto "em Cristo" como "no Espírito". Graças ao Espírito Santo, a vida de Cristo torna-se a nossa vida em Cristo.

(c) O Consolador. Esse é o título dado ao Espírito no Evangelho de João, capítulos 14 a 17. Um estudo de fundo histórico destes capítulos revelará o significado do dom. Os discípulos haviam tomado sua última ceia com o Mestre. Os seus corações estavam tristes pensando na sua partida, e estavam oprimidos pelo sentimento de fraqueza e debilidade. Quem nos ajudará quando ele partir? Quem nos ensinará e nos guiará ? Quem estará conosco quando pregarmos e ensinarmos? Como poderemos enfrentar um mundo hostil? Cristo aquietou esses temores infundados com esta promessa: "Eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre" (João 14:16). A palavra "Consolador" ("parácleto", no grego) significa alguém chamado para ficar ao lado de outrem, com o propósito de ajudá-lo em qualquer eventualidade, especialmente em processos legais e criminais. Era costume nos tribunais antigos, as partes aparecerem no tribunal assistidas por um ou mais dos seus amigos mais prestigiosos, que no grego chamavam, "parácleto", e em latim, "advocatus". Estes assistiam seus amigos, não pela recompensa ou remuneração, mas por amor e consideração; a vantagem da sua presença pessoal era a ajuda dos seus sábios conselhos. Eles orientavam seus amigos quanto ao que deviam dizer e fazer; falavam por eles;
representavam-nos, faziam da causa de seus amigos sua própria causa; amparavam-nos nas provas, dificuldades, e perigos da situação. Foi essa também a relação do Senhor Jesus com seus discípulos durante seu ministério na terra, e naturalmente eles sentiam tristeza ao pensarem na sua partida. Mas ele os consolou com a promessa de outro Consolador que seria seu defensor, seu ajudador e instrutor durante a sua ausência.

O Espírito Santo é chamado "outro" Consolador porque seria ele, em forma invisível aos discípulos, justamente o que Jesus lhes havia sido em forma visível. A palavra "outro" faz distinção entre o Espírito Santo e Jesus; no entanto, coloca-os no mesmo nível. Jesus enviou o Espírito; mas, Jesus vem espiritualmente a seus discípulos pelo Espírito. O Espírito Santo é o sucessor de Cristo como também a sua Presença. O Espírito Santo torna possível e real a presença continua de Cristo na igreja. É ele quem faz com que a pessoa de Cristo habite nos crentes de maneira que possam dizer como Paulo: "Cristo vive em mim." Por conseguinte, é a vida de Cristo, sua natureza, seus sentimentos e suas virtudes que o Espírito comunica aos crentes.

É segundo a semelhança de Cristo que ele os transforma, segundo o modelo que Cristo nos deixara. Sem
Cristo o Espírito não tem nada a produzir no coração do crente. Se eliminasse a Cristo e sua Palavra, seria como remover do estúdio do fotógrafo a pessoa a ser fotografada, cujas feições a luz não fixaria na chapa, por estar a pessoa ausente. A vinda do Consolador não significa que Cristo cessasse de ser Ajudador e Advogado do seu povo. João nos informa que ele ainda desempenha esse oficio (1 João 2:1). Cristo, cuja esfera de ação é no céu, defende os discípulos contra as acusações do "acusador dos irmãos". Ao mesmo tempo o Espírito, cuja esfera de ação é na terra, faz calar os adversários da igreja pela vitória da fé que vence o mundo. Assim como Cristo é Parácleto no céu, assim o Espírito é Parácleto na terra.

O Cristo glorificado não somente envia o Espírito mas também se manifesta por meio do Espírito. Na carne ele podia estar somente em um lugar de cada vez; na sua vida glorificada ele é onipresente pelo Espírito. Durante sua vida terrestre, não habitava no interior dos homens; pelo Espírito ele pode habitar na profundidade de suas almas. Certo escritor esclareceu essa verdade da seguinte maneira: Se ele tivesse permanecido na terra em sua vida física, ele teria sido somente um exemplo a ser copiado; mas, desde que subiu a seu Pai e enviou o seu Espírito,

então ele representa uma vida a ser vivida. Se tivesse permanecido visível e tangível conosco, sua relação para conosco seria meramente como o modelo é para o artista que esculpe o mármore, mas não seria como a idéia e a inspiração que produzem a verdadeira obra de arte. Se tivesse permanecido na terra, ele teria sido o objeto de prolongada observação de estudo cientifico, e sempre teria estado fora de nós, externo para nós: uma voz externa, uma vida externa, um exemplo externo... mas graças a seu Espírito, agora ele pode viver em nós como a verdadeira Alma da nossa alma, o verdadeiro Espírito do nosso espírito, a Verdade da nossa mente, o Amor do nosso coração, e o Desejo da nossa Vontade. Se a atuação do Espírito é comunicar a obra do Filho, que vantagem haveria na partida de um a fim de fazer possível a vinda do outro? Resposta: não é o Cristo terreno que o Espírito comunica, mas o Cristo celestial — o Cristo reinvestido de seu poder eterno, revestido de gloria celestial. O Dr. A. J. Gordon empregou a seguinte ilustração: é como se um pai, cujo parente tivesse falecido, dissesse a seus filhos: "Somos pobres, mas tornei-me herdeiro de um parente rico. Se vocês estão dispostos a me deixarem ausentar de casa a fim de ir além-mar
para receber a herança, enviarei a vocês mil vezes mais do que poderia dar se permanecesse com vocês. A vida de Cristo na terra representa os dias de sua pobreza (2 Cor. 8:9) e humilhação; na cruz ele ganhou as riquezas de sua graça (Efés 1:7); no trono assegurou as riquezas da sua gloria. (Efés. 3:16). Depois da sua ascensão ao Pai, ele enviou o Espírito para comunicar as riquezas da sua herança. Pela sua ascensão, Cristo teria mais para oferecer, e a igreja teria mais para receber. (João 16:12; 14:12.) "O rio da vida disporá de mais força em razão da fonte mais elevada da qual procede." O consolador ensina somente as coisas de Cristo, no entanto, ensina mais do que Cristo ensinou. Até a Crucificação, a Ressurreição e a Ascensão, o conjunto da doutrina cristã ainda estava incompleto e, portanto, não poderia ser plenamente comunicado aos discípulos de Cristo. Em João 16:12,13, é como se Jesus dissesse: "Tenho-vos encaminhado um pouco no conhecimento da minha doutrina; ele vos conduzirá até ao fim do caminho." A ascensão teve por finalidade trazer maior comunicação da verdade como também maior comunicação de poder.
(d) Espírito Santo. Ele é chamado santo, porque é o Espírito do Santo, e porque sua obra principal é a santificação. Necessitamos dum Salvador por duas razões: para fazer alguma coisa por nós, e alguma coisa em nós. Jesus fez o primeiro ao morrer por nós; e pelo Espírito Santo ele habita em nós, transmitindo às nossas almas a sua vida divina.

O Espírito Santo veio para reorganizar a natureza do homem e para opor-se a todas as suas tendências más.
(e) Espírito da promessa. O Espírito Santo é chamado assim porque sua graça e seu poder são umas das bênçãos principais prometidas no Antigo Testamento. (Ezeq. 36:7; Joel 2:28.) A prerrogativa mais elevada de Cristo, ou o Messias, era a de conceder o Espírito, e esta prerrogativa Jesus a reivindicou quando disse: "Eis que sobre vos envio a promessa de meu Pai" (Luc. 24:49; Gál. 3:14).
(f) Espírito da verdade. O propósito da Encarnação foi revelar o Pai; a missão do Consolador é revelar o Filho. Ao contemplar-se um quadro a óleo, qualquer pessoa notará muita beleza de cor e forma; mas para compreender o significado intrínseco do quadro e apreciar o seu verdadeiro propósito precisará de um intérprete experiente. O Espírito Santo é o Intérprete de Jesus Cristo. Ele não oferece uma nova e diferente revelação, mas abre as mentes dos homens para verem o mais profundo significado da vida e das palavras de Cristo. Como o Filho não falou de si mesmo, mas falou o que recebeu do Pai, assim o Espírito não fala de si mesmo, como se fosse fonte independente de conhecimento, mas declara o que ouviu daquela vida íntima da Divindade.
(g) Espírito da graça. (Heb. 10:29; Zac. 12:10.) O Espírito Santo dá graça ao homem para que se arrependa, quando peleja com ele; concede o poder para santificação, perseverança e serviço. Aquele que trata com desdém ao Espírito da graça, afasta o único que pode tocar ou comover o coração, e assim se separa a si mesmo da misericórdia de Deus.
(h) Espírito da vida. (Rom. 8:2; Apoc. 11:11.) Um credo antigo dizia: "creio no Espírito Santo, o Senhor, e Doador da vida." O Espírito é aquela Pessoa da Divindade cujo oficio especial é a criação e a preservação da vida natural e espiritual.

(i) Espírito de adoção; (Rom. 8:15.) Quando a pessoa é salva, não somente lhe é dado o nome de filho de Deus, e adotada na família divina, mas também recebe "dentro de sua alma o conhecimento de que participa da natureza divina. Assim escreve o bispo Andrews: "Como Cristo é nossa testemunha no céu, assim aqui na terra o Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus"

Estudo Sobre Salmos 23

sábado, 21 de junho de 2014
Posted by FrTutorial no Brasil
Salmos: Lição 23
Salmos 120 - 129
Jerusalém foi a cidade escolhida por Deus, a partir do reinado de Davi, como centro de louvor para todos
os judeus. Várias vezes no ano, eles subiram para essa cidade, situada 750 metros acima do nível do mar,
na região montanhosa de Judá. Os Salmos de subidas ou de degraus, também chamados de Salmos de
romagem, eram cantados pelo povo que olhava para Jerusalém, se preparando para participar do louvor na
cidade santa. Encontramos uma série de 15 destes Salmos (120 - 134), a maioria incluída nesta lição. Neles
achamos bons exemplos das atitudes que devemos ter quando louvamos a Deus.
Salmo 120 A Angústia do Servo de Deus no Meio de Mentirosos
1-2 O Salmista ora ao Senhor, pedindo livramento dos mentirosos ao seu redor
3-4 A resposta da justiça de Deus destina os enganadores à ruína
5-7 O Salmista descreve a sua angústia em habitar no meio dos adversários que odeiam a
paz. Meseque e Quedar (descendentes de Ismael) representam povos descrentes e
perversos (veja Ezequiel 38:2-3)
Salmo 121 O Senhor Te Guardará
1-2 O socorro vem do Senhor, Criador do universo
3-4 Deus é sempre vigilante; não negligencia o seu papel de proteger os fiéis
5-8 O Senhor é quem guarda os seus servos de todo mal
Salmo 122 A Paz e a Prosperidade de Jerusalém
1-2 Os adoradores sentem a alegria de chegar às portas de Jerusalém
3-5 Eles olham para Jerusalém como a cidade onde as tribos se reúnem para louvar a Deus,
e como a sede de um governo justo
6-9 Eles oram pela paz e prosperidade de Jerusalém
Salmo 123 O Povo Desprezado Busca a Misericórdia de Deus
1-2 O servo eleva os olhos ao Senhor, esperando uma manifestação da misericórdia de Deus.
Outras passagens nos Salmos falam de elevar ou levantar a Deus os olhos (25:15; 121:1),
a alma (25:1; 86:4; 143:8), a voz (77:1) e as mãos (63:4; 88:9; 119:48; 143:6); veja 1
Timóteo 2:8
3-4 O povo, desprezado pelos soberbos, pede a misericórdia de Deus
Salmo 124 Só Deus Socorre e Salva o Seu Povo
1-5 Se Deus não estivesse com o povo, eles teriam sido destruídos pelos inimigos (veja 73:25)
6-7 Bendito seja Deus por salvar o seu povo
8 Só Deus, o Criador do universo, é capaz de socorrer o seu povo
Salmo 125 Deus Dá Paz a Israel e Julga os Malfeitores
1-3 O povo fiel é como um monte firme, protegido por outros montes ao seu redor. Aqui o
Salmista compara Israel ao monte Sião (o monte do templo em Jerusalém) e Deus aos
montes em volta da cidade, dando proteção constante para o seu povo
4-5 Para fazer o bem e assegurar a paz dos fiéis, Deus necessariamente julgaria os
malfeitores. Não é possível salvar os justos sem condenar os perversos
Salmo 126 A Alegria do Livramento de Jerusalém
1-3 O povo se regozija porque Deus livrou Jerusalém
4-6 O povo pede que Deus abençoe com prosperidade
Salmo 127 Se Construir sem Deus, Será em Vão
1-2 Se tentar edificar a casa sem Deus, o esforço será em vão
3-5 Filhos são uma bênção dada pelo Senhor
Estudo do Livro de Salmos 61
Salmo 128 Deus Abençoa o Homem Fiel
1-4 Deus abençoa o homem que teme ao Senhor e lhe obedece (1,4). Ele é abençoado no
seu trabalho (2). A família dele é abençoada (3)
5-6 A bênção para o homem fiel inclui a esperança da prosperidade de Israel
Salmo 129 O Povo de Israel Oprimido, mas Protegido por Deus
1-3 Ao longo da história, Israel sofreu opressão nas mãos de vários inimigos
4 Mas Deus sempre salvou o seu povo e castigou os inimigos
5-8 Deus fará uma diferença, deixando envergonhados os inimigos de Israel
Perguntas
Responda às seguintes perguntas sobre Salmos 120 - 129.
Salmo 120
1. Qual o destino dos mentirosos?
Salmo 121
2. Quem guarda os fiéis, sem dormir?
Salmo 122
3. A casa de Davi representava ao povo que tipo de governo?
Salmo 123
4. Onde estão fixados os olhos dos servos de Deus?
Salmo 124
5. Se Deus não salvasse o seu povo, o que aconteceria com eles?
Salmo 125
6. Neste Salmo, Deus é comparado a quais montes?
Salmo 126
7. Qual foi o motivo da alegria do povo?
Salmo 127
8. Como devemos ver os nossos filhos?
Salmo 128
9. Se quisermos famílias abençoadas, o que devemos fazer?
Salmo 129
10. Quem é como a erva dos telhados?
Como saber se um relacionamento é de Deus?


Em minha prática com solteiros cristãos, constantemente eu recebo um e-mail que inclui alguma coisa sobre qual seria a vontade de Deus. A pessoa diz: : Conheci alguém na Internet há algumas semanas/meses e é evidente para nós que nossa relação é de Deus" ou acaba com a pergunta " Como saber se esse relacionamento é da vontade Deus?"

Eu certamente acredito na vontade de Deus e sei que Cristo disse que deveríamos sempre buscar a vontade do Senhor para nossas vidas. No entanto, o que normalmente segue a esses e-mails transparece alguma pressa nessas pessoas em buscar a vitória tão desejada....

Outros e-mails que recebo falam de histórias de cortar o coração, onde como no começo do relacionamento tinha-se a certeza de que a relação era da vontade de Deus mas o casamento, ou sexo, ou rejeição ou qualquer outro motivo está acabando com a relação e, então, a pessoa acaba ficando muito confusa.

Deixe-me dividir com você algumas idéias relacionadas a vontade de Deus e o relacionamento afetivo, principalmente aqueles que envolvem Internet.

Se você se descobrir discutindo casamento depois de alguns e-mails e você nunca encontrou a pessoa frente-a-frente, eu não acredito que a vontade de Deus possa ser conhecida nesse momento. Vá devagar e deixe que o tempo revele a você se esse é o melhor, o relacionamento certo para você.
Deus usa outras pessoas de nossas vidas para confirmar Sua vontade para nós. Não, elas não são perfeitas mas podem nos dar ótimos conselhos. Não peça opinião para alguém que você sabe que vai te dizer "Sim, vai fundo!" Ore e pense em quem em sua família e seu círculo de amigos são
cristãos e vão estar com você em oração sobre esse relacionamento.
Procure sempre o conselho de um pastor (ou esposa de pastor) que você saiba que são bom em ajudar pessoas. Eles poderão lhe dar conselhos práticos e espirituais que possam lhe fazer entender como se sair bem nessa situação. Não fale apenas uma vez e pensa que já é o bastante, o ideal é que vocês conversem várias vezes sobre o assunto.
Pare antes de começar qualquer coisa e se faça as seguintes perguntas:

"O que essa pessoa tem que eu não poderia viver sem?"

"O que essa pessoa tem (característica ou situação) que seria ruim num futuro casamento?"

Faça uma lista de tudo de bom e ruim e examine essa lista com muito cuidado. Você não conhece a pessoa o bastante para fazer a lista - principalmente no lado ruim? Você precisa dar mais tempo a esse relacionamento. Todo mundo tem um lado ruim e se você não consegue encontrá-lo, então eu acho que você não conhece essa pessoa de verdade.
É maravilhoso encontrar alguém com quem possamos orar e discutir as coisas de Deus. Esse é um ingrediente essencial para um relacionamento cristão saudável e de sucesso. Orações a distância, pelo telefone ou pela internet não é a mesma coisa que você orar com a pessoa ao seu lado. Mas cuidado: oração requer intimidade e eu sugiro que esse nível de oração não deve ser compartilhado em um estágio inicial de relacionamento. Essa intimidade pode acabar mascarando outras coisas que você deveria estar observando.
Qual é a motivação de ambos para usar a Internet para encontrar um relacionamento? No caso, ambos estão "procurando" alguém - o que não é ruim - mas você deve reconhecer que outras coisas estão envolvidas. DÊ TEMPO AO TEMPO e deixe Deus confirmar em você, mais e mais, de variadas maneiras que esse é o relacionamento que ele deseja para você.
Uma outra coisa: seu relacionamento é uma relação de companheiros ou um dos dois está sempre dando e outro recebendo? Suas conversas normalmente giram em torno do que agrada a vocês? O outro é centralizador e continuamente traz a conversa para ele próprio? Relacionamentos devem ser momentos saudáveis de carinho e compartilhamento e não só coisas que fazem vocês dois se sentirem bem.
A Internet é um veículo maravilhoso para se conhecer pessoas. E também para se criar expectativas - e muitas vezes vão além da realidade. Deus pode usar a Internet para trazer alguém para sua vida. Ele tem feito isso com muitos e pode fazer o mesmo com você. No entanto, não se apresse quando conhecer uma pessoa interessante. Dê tempo e curta constritor uma relacionamento saudável e profundo. Veja como a pessoa é com seus amigos e sua família. Deus vai revelar sua vontade a vocês aos poucos.

Talvez Deus guie você a se relacionar com outras pessoas para que você construa boas amizades. Boas amizades vão trazer a você muitas oportunidades de conhecer a pessoa que você está procurando.





Minha Fonte: Solteiros Cristãos

Estudo de Apocalipse - Lição 1

domingo, 1 de junho de 2014
Posted by FrTutorial no Brasil
Estudo de Apocalipse - Lição 1

1. Quando nossos primeiros pais desobedeceram no Éden, Deus prometeu um redentor;
2. No tempo de Deus, Jesus desceu, nasceu de uma virgem;
3. Disse para os seus: “vim para que tenham plena vida”. (João 10.10);
4. João diz: para isso “se manifestou o Filho de Deus – para destruir as obras do diabo”. (I João
- 3.8);
5. Pedro diz que “Cristo morreu uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzirnos
a Deus”. (I Pedro - 3.18);
6. Paulo ensina: que “foi Deus que nos reconciliou consigo mesmo, por meio de Cristo”. (II
Coríntios - 5.18);
7. No livro do Apocalipse encontraremos o pleno cumprimento de tudo o que se encontra em
Gênesis - 3.15;
8. Profecia de, na soberania de Deus, anulação dos efeitos da queda do pecado, e, conseqüentemente
reconciliação completa de Deus com os que aceitam tal reconciliação.
(II Coríntios – 5.20);
9. No Livro do Apocalipse:
• Desenvolvimento da história humana;
• A solução justa e eterna para o problema do mal;
• O bem triunfando para sempre;
• O Redentor glorificado;

QUAL A FINALIDADE DO LIVRO DO APOCALIPSE?
1. Dar ao mundo uma última declaração divina de que Jesus é o Filho de Deus, que triunfará sobre
todo o inimigo, e será o Governador de universo para todo o sempre;
2. Último convite: Apocalipse – 3.20 “eis que estou à porta e bato”
3. A enunciação da mais triste e irrevogável sentença (Apocalipse 21.8);
4. Aos crentes, revela minúcias acerca do futuro, com os eventos do fim da História.

QUEM ESCREVEU E QUANDO FOI ESCRITO?
Quem escreveu
1. Foi João, autor dos 4 evangelhos e das 3 cartas;
2. Os do Sinédrio diziam que ele era um pescador iletrado;
3. Ele era culto;
4. Ele era o discípulo do amor;
5. Ele era o último dos doze discípulos, vivo, pastor da Igreja de Éfeso;
6. Escreveu o que lhe foi ordenado que escrevesse;
7. “Revelação de Jesus, que Deus que deu... notificou a seu servo João” (Apocalipse – 1.1);
8. “Escrito por um profeta chamado João” (Apocalipse – 22.8 e 9).

QUAL A REFERÊNCIA MAIS ANTIGA REFERENTE AO LIVRO DE APOCALIPSE?
Quando foi escrito
1. Obras de Justino Mártir (séc II). (Diálogo com Trifon, pg. 81) citado por Tenny no Livro
“Interpreting Revelation”, pg. (16);
2. Outros historiadores Irineu, Pápias, Clemente de Alexandria e Teóphilo de Alexandria;
3. Quanto à data, o Livro, em si, não oferece evidências da exatidão sobre quando foi escrito;
4. Há idéia de que Apocalipse - 13.18 se refira a Nero;
5. Mas, os capítulos 2 e 3, referentes à decadência das igrejas, não pode ter sido escrito na época
de Nero porque seguira a um período de grande desenvolvimento e maturidade, o que Nero não
permitiria em seu império;

6. Os da teologia mais conservadora aceitam ao redor dos anos 90;
7. Irineu diz que Apocalipse foi escrito durante o reinado de Domiciano ( 81 a 96 d .C.);
8. Domiciano (último dos Césares), deverá ter sido o imperador que desterrou na ilha de Patmos;
9. Era o mais judaico dos livros, nesse mesmo estilo, existente na época. (Apc de Paulo, de Pedro,
de Esdras, de Elias e de Zacarias);
10. O lógico é que ele foi escrito quando começaram as perseguições oficiais do Império Romano;
11. Já há razões para crermos que Nero, não ordenou perseguição oficial, nem em Roma nem em
todo o Império;
12. Domiciano, último dos Césares, ordenou perseguição aos cristãos, no fim do seu reinado;
• Percebia que: o cristianismo não era uma seita do judaísmo, mas um poder que rivalizava
com o próprio império, nas demandas da lealdade dos homens;
• Os adeptos do cristianismo recusavam adorar o imperador e sua imagem;
• Não sacrificavam animais nos altares pagãos;
• Reconheciam só Jesus como Rei nos Céus e na terra;
• Os cristãos estavam rivalizando e ganhando sem usar armas;
• Por que perseguição oficial? Medo de revolução civil?

CREMOS QUE APOCALIPSE FOI ESCRITO:
1. Para tratar das últimas coisas;
2. Pelo João, o apóstolo amado;
3. Na última década do século 1º..
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