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Archive for Janeiro 2016

Cartas de Cristo

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
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CARTAS DE CRISTO

APÓS Paulo dizer-nos no capítulo dois que é um cativo, ele prossegue e diz-nos que temos de ser cartas de Cristo em 3:3. O segundo aspecto de uma pessoa que vive no espírito, o santo dos Santos, é que ele é uma carta. Em 3:3 Paulo disse que eles eram “cartas de Cristo, produzidas pelo nosso ministério, escrita não com tinta, mas pelo Espírito do Deus vivente.” Uma carta é algo que foi escrito. Mas se você nunca foi capturado por Cristo, nunca será escrito pelo Espírito do Deus vivo. Primeiramente, temos de ser capturados. Ser capturado por Cristo significa que nossas emoções são subjugadas, nossa vontade  é subjugada e até mesmo nossos desejos são capturados. Então o Espírito tem um caminho livre para escrever em nós tudo aquilo que quer escrever de Cristo. Cristo foi colocado em você (Cl.1:27), e como o Espírito (2ª Co.3:17), ele está dentro de você para escrever os elementos, as riquezas de Cristo no interior de todo o seu ser. Mas se você for rebelde em sua mente, em suas emoções e em sua vontade, não há  como o Espírito de Cristo escrever algo de Cristo no interior de seu ser. Ele está esperando você desejar ser capturado por Cristo. Se você for conquistado, derrotado, subjugado e capturado por Cristo, será um bom pedaço de papel para o Espírito escrever.

VOCÊ pode pensar que é capaz de sair para fazer algumas obra para o Senhor, mas você meramente
pode ser “um pedaço de papel em branco” com não muito de Cristo escrito em você. Quanto de Cristo os outros podem ler em seu ser? Não é simplesmente uma questão de falar ou pregar, mas uma questão de ser lido pelos outros. Quanto de Cristo pode ser visto ou lido pelos outros em você? Isso depende de quanto de Cristo foi escrito em você.
O trabalhar interior do Cristo que habita interiormente é uma escrito interior. O Espírito de Deus vivo está dentro de você aguardando a todo o tempo por uma oportunidade para escrever algo de Cristo dentro de seu ser, em suas partes interiores. Mas digo novamente que enquanto não desejar ser capturado por Cristo, o Espírito não poderá escrever nada de Cristo em você. Cristo está em seu espírito (2ª Tm.4:22), mas não está tanto em sua mente, emoção e vontade. Você tem Cristo em seu interior, mas pode ser derrotado, conquistado, subjugado, não doutrinaria, mas praticamente em sua mente, emoção e vontade. Quando realmente estiver subjugado por Cristo,  o Espírito Santo, que é o Espírito de Cristo em seu interior, terá a oportunidade, o caminho livre para escrever algo de Cristo gradualmente em cada parte de seu ser. Paulo usa a palavra “inscrita”, não meramente escrita. Cristo é inscrito em cada parte de osso ser interior com o Espírito do Deus vivo para fazer de nós suas cartas vivas, a fim de que ele possa ser expresso e lido pelos outros em nós.

SOU a favor de que se estude a Bíblia, mas se você estudá-la somente com o desejo de obter o conhecimento da letra, ganhará muito pouco. Não é o conhecimento das letras, mas é o Espírito que dá vida (3:6); não são os ensinamentos mas é o Espírito que dá vida. Se pensa que ler ou estudar a Palavra de Deus é meramente para obter algum conhecimento ou ensinamento, você está absolutamente errado. Ler e estudar a Palavra é principalmente para alimentar seu homem interior, para nutri-lo, não simplesmente para obter o conhecimento (Jr.15:16; 1ª Tm.4:6). Independentemente de quanto conhecimento obtemos da Bíblia, se não somos subjugados por Cristo e se não somos inscritos com o Espírito do Deus vivo, não podemos fazer nada pelo Senhor de forma a realmente edificar o seu corpo.
SE desejamos edificar o Corpo, antes de mais nada precisamos ser derrotados. Temos de ser conquistados. Então estaremos debaixo da escrita interior do Espírito a todo o tempo. Haverá um escrever, um inscrever, de Cristo agindo continuamente em nosso interior, não por meio de letras de conhecimento em nossa mente, mas por meio do Espírito vivo dentro e fora de nosso espírito. Algum elemento de Cristo será inscrito, será trabalhado nas partes interiores de todo o nosso ser. Algo de Cristo, será inscrito em nossa mente, emoção, vontade e toda nossa pessoa, todo nosso ser, tornar-se-á uma carta de Cristo Não é simplesmente você sair a pregar Cristo através de seu falar, mas que você será uma pessoa com Cristo inscrito em seu ser como uma carta viva de Cristo. Aonde quer que vá, as pessoas verão e lerão algo de Cristo no seu interior.
ISSO é uma questão de ministério, não de dom. Você pode receber um dom num instante, mas se
quiser ter um ministério, necessitará de certo tempo para ser conquistado, subjugado e capturado por Cristo. Por fim, o caminho será pavimentada para que Cristo que habita interiormente escreva-se gradualmente, pouco a pouco, em seu ser. Então você tornar-se-á um ministro com um ministério, não apenas uma pessoa dotada de dom.


TUDO o que é revelado nas ESCRITURAS tem de ser escrito ou inscrito no seu interior, não meramente mediante seu estudo da Palavra ou leitura da Bíblia, mas por meio de seu ser estar desejoso de ser capturado por Cristo. Muitos cristãos pensam que se ouvirem boas mensagens para adquirir mais conhecimento bíblico, tornar-se-ão melhores crentes. Este é um entendimento errado. Se um ministro com um ministério para edificar o Corpo de Cristo não é uma questão de receber melhores ensinamentos ou de receber certa ajuda ou ouvir mensagens, mas uma questão de Cristo inscrever a si mesmo em nosso interior de modo vivo, real, ativo e prático.

Capturado por Cristo Cativo de Cristo

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CAPTURADO POR CRISTO
                                                                                Capítulo 3
II Co 2:14-16; 3:3-6

Como vimos os últimos dois capítulos, 2ª Coríntios dá-nos um retrato completo de uma pessoa vivendo na presença de Deus, isto é, no Santo dos Santos. Após o capítulo um, o apóstolo Paulo começa a dizer-nos que tipo de pessoa ele é enquanto está vivendo no Santo dos Santos. Ele menciona vários aspectos de tal pessoa que está vivendo na a presença de Deus, no Santo dos Santos, a todo tempo.

CATIVOS DE CRISTO

O primeiro aspecto de uma pessoa vivendo a todo tempo no santo dos Santos pode ser visto em 2:14 onde Paulo diz: “Graças, porém, a Deus que em Cristo sempre nos conduz em triunfo”. W. J. Conybeare, em sua tradução de 2ª Coríntios, fala-nos que a palavra grega traduzida por “conduz em triunfo” era uma palavra especial usada na antigüidade para descrever uma procissão triunfal. No Império Romano quando um general ganhava uma batalha, ele capturava muitas pessoas. Então no Capitólio ocorria  a celebração da vitória, e nesta celebração havia uma procissão da vitória obtida pelo general. O apóstolo Paulo adotou essa expressão para mostrar que Cristo é o General que obteve a vitória e que Deus hoje está celebrando a vitória de Cristo.

ENTRE tantos que foram capturados por Cristo, estava Paulo. Ele havia sido um dos maiores opositores a Cristo e a Seu Evangelho. Um dia, no caminho para Damasco, ele foi conquistado, subjugado e capturado (At.9:1-9). Daquele dia em diante, ele se tornou um cativo de Cristo. Podemos pensar que Paulo saía viajando por diferentes lugares como um pregador maravilhoso. Mas de acordo com o seu sentimento ele estava na procissão triunfal de Cristo como um cativo. Deus está celebrando a vitória de Cristo com uma procissão triunfal, com um desfile de cativos. Paulo era um cativo na celebração da vitória de Cristo Ele fora capturados por Cristo.

O primeiro aspecto de uma pessoa vivendo no Santo dos Santos é o aspecto de ser um cativo. Primeiramente, temos de ser cativos de Cristo no desfile, na procissão da celebração da vitória de Cristo. Se desejamos viver no Santo dos Santos, desfrutar Cristo como a boa terra, estar no espírito, primeiro devemos ser capturados por Cristo. Cristo tem de nos conquistar, subjugar e capturar. Falando sinceramente, muitos de nós devem admitir que em vez de sermos cativos de Cristo, Cristo é par nós um cativo. O dia todo você celebra a sua vitória, como Cristo como um cativo no desfile de sua comemoração. Na sua experiência, quem é o cativo, Cristo ou você? Quem  está celebrando a vitória? Quem foi derrotado, você ou Cristo? Muitos de nós têm de admitir que quase todo o tempo, Cristo nosso Salvador tem sido derrotado e capturado por nós, tornando-se nosso cativo no desfile da celebração da nossa vitória carnal.

ESTE é o desafio neste capítulo: uma pessoa vivendo no santo dos Santos deve ser um cativo no desfile da procissão triunfal de Cristo, celebrando a vitória de Cristo na cruz. Em muitas coisas e em quase todas, não somos subjugados ou conquistados por Cristo. Pode ser que a nossa vontade, a
vontade humana, a vontade própria, nunca tenha sido conquista. Por um lado, você, como um crente, é um escravo de Cristo. Mas, por outro lado, você ainda é um opositor, um inimigo de Cristo, porque até agora a sua vontade não foi subjugada.  Devemos considerar se osso desejo foi ou não conquistado por Cristo. A partir de minhas próprias experiências percebo que até mesmo buscando coisas espirituais podemos ainda ser inimigos de Cristo. Enquanto estamos buscando coisas espirituais, ainda somos inimigos de Cristo porque buscam9s coisas espirituais da nossa maneira, de acordo com nós mesmos, segundo o nosso desejo. Você pode buscar o Senhor, e ainda O estar buscando segundo a sua vontade. Por um lado, você é alguém que busca o Senhor mas por outro, é um opositor de Cristo. Todos devemos perceber que primeiramente temos de ser conquistados. Temos de ser derrotados, orando das profundezas do nosso ser: “Senhor, derrota-me. Sê misericordioso para comigo e nunca permita que eu tenha a vitória. O Senhor, quão perigoso e lamentável será que eu seja   vitorioso. Senhor, mantenha-me derrotado.”

DIA  após dia, existem muitas lutas, não entre você e o mundo, mas entre você e o Senhor. Dia após
dia, existem muitas batalhas não entre você e os pecados, mas entre você e o Senhor. Não se concentre no mundo nos pecados, mas atente para a batalha entre você e o Senhor. Se você somente desejar ser derrotado pelo Senhor, todo o mundo e todos os pecados estarão debaixo de seus pés. Por que você é derrotado pelo mundo? Porque você derrotou a Cristo . Porque você é derrotado por qualquer pecado que lhe assedia? Porque você a toda tempo está derrotando a Cristo. Todas as suas vontades, seus desejos, suas emoções, seus pensamentos e tantas coisas do ego ainda existem em você e dia após dia, hora após hora, Cristo tem sido derrotado por você. Esse é o problema. Espero que você concentre sua oração nesta única coisa: “Senhor, faz-me teu cativo. Nunca permitas que eu vença. Derrota-me a todo o tempo.” Após orar dessa maneira, você verá resultado.

PODEMOS pensar que fomos chamados para servir ao Senhor e que faremos alguma obra para ele. Podemos pensar que estamos servindo ao Senhor de forma absoluta, mas não conhecemos quantos elementos da rebelião ainda estão em nosso interior. Os germes, os elementos rebeldes estão em nosso interior, portanto temos de ser derrotados, conquistados, subjugados e, por fim, levados como cativos na procissão triunfal da vitória de Cristo. A Segunda Epístola aos Coríntios não é uma carta doutrina, mas a autobiografia de uma pessoa que se considerava um cativo no desfile da procissão triunfal onde Deus celebra a vitória de Cristo sobre seus inimigos. Paulo disse que Deus “sempre nos conduz em triunfo.” Quando jovem, pensava que se tratava de meu triunfa. Hoje, no entanto, percebo que este não é o meu triunfo, mas o triunfo dele. Deus sempre nos conduz como cativos no triunfo de Cristo.

VOCÊ deseja ser um cativo? É necessário dizer para si mesmo e dizer para o Senhor que você deseja de Cristo em sua procissão triunfal, para que todo os povos sejam grandemente afetados. Muitos buscam dons de poder, mas o que a igreja necessita, o que o mundo necessita não é de uma pessoa dotada, mas uma pessoa capturada. 


Hoje o que a igreja necessita não é um gigante espiritual, mas um pequeno cativo. Neste universo e nesta terra, Deus está celebrando o triunfo de Seu Filho, Cristo. Você quer ser somente um pequeno cativo nesta celebração? Se você desejar, então, onde quer que vá, algo irá ocorrer.

 Uma pessoa após outra será capturada. Assim como você é um cativo, eles também tornar-se-ão cativos de Cristo. Podemos considerar o apóstolo Paulo um grande pregador, mas ele se considerava um cativo. 

Deus nos conduz como cativos no triunfo de Cristo, celebrando sua vitória. Todos devemos estar desejosos de ser cativos de Cristo.

ser um cativo de Cristo. Basta que algumas pessoas estejam desejosas de ser cativas


CREIO que hoje um grande número de jovens esteja pronto e desejoso de servir ao Senhor, mas me preocupo grandemente com o fato de sua busca ser relacionada a poder, dons, ensinamentos e conhecimento. Essa busca está na trilha errada. Primeiramente você tem de ser conquistado, derrotado e capturado por Cristo. Todos precisamos orar e dizer a Deus: “Senhor, quero ser teu cativo”.
LEVAR CATIVO TODO PENSAMENTO Á OBEDIÊNCIA DE CRISTO

Por viver em seu espírito, Paulo aprendeu a lição de como t ratar os pensamentos das pessoas. Em 2ª Coríntios á três passagens relacionadas com a questão dos pensamentos. Em 3:14, Paulo diz-nos que os pensamentos dos filhos de Israel foram endurecidos. Então em 4:4 ele diz que os pensamentos dos incrédulos foram cegados pelo deus deste século. Finalmente, em 10:5; Paulo indica que os pensamentos devem ser capturados par obedecerem a Cristo. 

Os pensamentos podem ser endurecidos pelo ego, cegados pelo deus deste século ou ser capturados por aqueles que têm o ministério. Eles são capturados por aqueles que guerreiam, que lutam a batalha, não segundo a carne, mas com as armas que são poderosas em Deus (v.4). Quando você tem o ministério, quando é uma pessoa realmente vivendo e andando no espírito, você não está lutando a batalha segundo a carne, mas é equipado, qualificado a fazer uma obra para capturar os pensamentos das pessoas, para levar todos os seus pensamentos cativos á obediência de Cristo.
Você nunca subjugará as pessoas através de argumentos. Quanto mais argumenta, mais estimula os pensamentos das pessoas. Algumas pessoas podem ir até você para desafiá-lo a argumentar com elas, mas se o fizer, somente estimulará seus pensamentos. Contudo, se você for alguém que tem o ministério interior, será qualificado e equipado com as armas espirituais que são poderosos em Deus para abater ou derrotar os arrazoamentos e para levar cativo todo pensamento á obediência de Cristo
.

O QUE A IGREJA NECESSITA HOJE: O MINISTÉRIO DE CRISTO

Em 1ª Coríntios existem os dons, o conhecimento e os ensinamentos. Mas em 2ª Coríntios não podemos encontrar tais coisa. Não podemos achar milagres ou curas. Em vez disso, há o espírito na carne de Paulo que o Senhor recusou-se a tirar mesmo após Paulo Ter rogado a Ele três vezes (12:7-9). Paulo pediu ao Senhor para realizar um milagre tirando o espírito, mais o Senhor recusou-se a faze-lo. Nessa carta não vemos milagres, mas sofrimento para reduzir o homem exterior a fim de que o ministério possa ser produzido. Quanto mais sofremos, mais o homem exterior é reduzido, e mais teremos do ministério. 
Então teremos algo das riquezas de Cristo para ministrar aos outros. Esta é a necessidade atual da igreja. A igreja não tem grande necessidade de milagres, dons, ensinamentos ou conhecimento desta ou daquela nação com seus costumes (tradições). Hoje a igreja necessita do ministério de Cristo. A história os tem mostrado que algo pode ser edificado por meio dos dons, mas que, por fim, o que foi edificado é derrubado pelos mesmos dons. Essa é a história trágica que se tem repetido muitas vezes.

Se desejamos ser humilhados pela graça do Senhor e aprender a como viver o espírito, o Senhor soberano atribuirá a cada um de nós certa porção de sofrimento. Quanto mais amamos o Senhor Jesus, mais sofreremos e mais seremos reduzidos. Por fim, certa porção de ministério será produzida e a igreja será edificada. Isso é o que a igreja necessita hoje.
NÃO EM SABEDORIA CARNAL MAS NA GRAÇA DE DEUS

EM 1:12 Paulo disse que se conduzia “não em sabedoria carnal, mas na graça de Deus” (IBB-Ver.) Confiar em si é ruim, mas Ter sabedoria carnal é pior. Paulo não disse sabedoria humana, mas sabedoria carnal. Geralmente entendemos que sabedoria relaciona-se á mente, mas Paulo fala de um tipo de sabedoria relacionada á carne. Sabedoria carnal está em oposição á graça de Deus. A sabedoria carnal é algo que liga a alma á carne. A graça de Deus está no espírito, operando por meio da alma e do corpo. Confiamos em Deus e este Deus está operando em nosso interior. Graça é o próprio Deus que opera em nosso interior. Ele está operando a partir de nosso espírito, alcança do nossa alma e corpo a fim de que todo o nosso ser esteja debaixo de Seu operar. Não devemos Ter nenhuma confiança em nós, mas em Deus. Conversar, andar, viver neste mundo não devem ser feitos em nossa sabedoria carnal, mas na graça de Deus. 

Isso significa que paramos com nossos atos e que agora Deus é quem opera em nosso interior a partir(Cuidado com a sabedoria carnal, isto é, com os falsos ensinadores dizendo que as verdades de Deus se acham em seus ensinos carnais e que sempre estão dentro de costumes ou até de textos bíblicos isolados. Sabedoria carnal é exatamente estes ensinos que tem levado as religiões a se discordarem e, logicamente, a fações.) Todo nosso ser está sob o operar de Deus. Esse tipo de pessoa está sob o operar de Deus. Este tipo de possa está vivendo e andando no Santo dos Santos todo tempo.
do nosso espírito alcançando nossa alma e corpo.

EM MEU ESPÍRITO

POR ser uma pessoa vivendo no Santo dos Santos, Paulo podia dizer: “Não tive, contudo, tranqüilidade no meu espírito” (2:13). Paulo não disse que não teve tranqüilidade na mente ou no coração. Se quer entender 2ª Coríntios, você tem de assimilar as frases principais, tais como:

“não confiássemos em nós, mas em Deus”;
“não em sabedoria carnal, mas na graça de Deus”: e
“não tive, contudo, tranqüilidade no meu espírito”.

Paulo não disse que não tinha tranqüilidade no Espírito, mas “no meu espírito”. Paulo era uma pessoa que vivia, andava, trabalhava e tinha seu ser no seu espírito. Não era um homem vivendo na alma ou na carne, mas uma pessoa vivendo no espírito. Dessa forma, podia dizer que não tinha tranqüilidade no seu espírito.
Isso os mostra que Paulo não se importava com as circunstâncias nem com aquilo que pensava ou podia ver. Somente se importava com seu espírito. O irmão Tito não havia chegado, portanto ele  não teve tranqüilidade em seu espírito. Gosto deste termo: “no meu espírito”. Temos de ser lavados á percepção de nosso espírito, aprender como fazer tudo em nosso espírito. Se ficamos felizes, devemos ficar felizes no espírito. Se ficarmos  tristes, temos de estar tristes no espírito. Muitas vezes estamos felizes meramente em nossa emoção. Podemos não saber como  ficar felizes no espírito. Mas temos de aprender a ser felizes no espírito, aprender a como ter tranqüilidade no espírito e a ser
pessoas vivendo no espírito.
Então em 4:13 Paulo fala-nos que ele e os irmãos com ele tinham “o mesmo espírito da fé”. Todos temos de aprender a exercitar o espírito a tal ponto. Em tudo o que fizemos em tudo que dissermos, temos de estar certos de que temos o mesmo espírito, de que estamos no mesmo espírito. Não se trata de algo na alma ou na carne, mas no espírito Quando vamos visitar um irmão, temos de ir no espírito. Quando temos comunhão, devemos tê-la no espírito.

O HOMEM EXTERIOR SE DESGASTANDO, CONTUDO O HOMEM INTERIOR SENDO RENOVADO

“Por isso não desanimamos: pelo contrário, mesmo que o nosso homem exterior se corrompa, contudo o nosso homem interior se renova de dia em dia”. (4:16) O homem interior é o nosso espírito regenerado como a vida e a pessoa, tendo nossa alma renovada como seu órgão. O homem exterior é nosso corpo como o órgão com nossa alma como sua vida e pessoa. O homem exterior está perecendo, desgastando-se, ou sendo enfraquecido, reduzido e consumido. Mas o homem interior está sendo renovado, refrescado, encorajado e fortalecido por ser nutrido como o suprimento refrescante da vida de ressurreição. Á medida que nosso corpo moral, nosso homem exterior, está sendo consumido pela obra aniquiladora da morte, nosso homem interior, isto é, nosso espírito regenerado com as partes interiores de nosso ser (Jr.31:33; Hb.8:10; Rm.7:22, 25) está sendo metabolicamente renovado dia a dia com o suprimento da vida de ressurreição.

O homem exterior tem de ser consumido. Ele está desgastando-se e sendo reduzido. O homem
interior tem de ser encorajado e refrescado. Para entender o pleno significado daquilo que Paulo apresenta aqui, temos de juntar os quatro primeiros capítulos. No primeiro capítulo, ele os diz que foi pressionado sem limite (v.8). Então no quarto capítulo ele nos mostra como foi pressionado por todos os lados ou atribulado em tudo (v.8), Os versículos 7 a 18 do capítulo quarto mostram que os apóstolos viviam uma vida crucificada em ressurreição ou uma vida ressurreta sob o aniquilar da cruz, ara levarem a cabo o seu ministério. Paulo foi muito atribulado e aturdido, mas percebeu que tais aflições e perplexidades realizavam um bom trabalho para reduzir seu homem exterior. Porém, enquanto o homem exterior estava sendo reduzido, o homem interior era  refrigerado e encorajado dia a dia. Isso significa que temos de ser mantidos lo9nge de nossa alma, o deserto o Santo Lugar. Devemos ser mantidos plena e totalmente no Santo dos Santos. Temos de viver e agir no Santo dos Santos.

DISCUTIR com a s pessoas é nutrir ou alimentar nossa vida da alma. Quanto mais você discute, mais forte torna-se o homem exterior. Algumas vezes esposas e maridos são tentados a contender ou argumentar. Suponha que a esposa esteja irada, mas que o irmão não diga uma única palavra para discutir com ela. O irmão poderá dizer que não disse nada porque tem aprendido a sofrer. Esse modo de agi, no entanto, não é o modo cristão, pode ser a maneira dos seguidores de Confúcio ou de Buda. Se você me perguntasse porque  não discuto com minha esposa, diria que não gosto de alimentar ou nutrir minha alma. Quanto mais discuto com minha esposa, mais alimento a minha alma. Temos de aprender a lição de matar a alma de fome, de reduzi-la. 


O homem exterior tem de ser reduzido. Devemos perceber que tudo o que ocorre conosco tem um
propósito. O propósito de Deus é que nosso homem exterior seja reduzido de maneira que o homem interior possa ser fortalecido, refrescando, encorajando, nutrindo e renovado de dia em dia.

Quando osso homem exterior é reduzido e nosso homem interior é renovado, somos guardados no Santo dos Santos. É aqui no Santo dos Santos, no nosso espírito, que desfrutamos e temos a experiência em Cristo. É aqui que você experimenta todas as coisas divinas com Deus e em Deus. Gradualmente nós próprios nos tornaremos um ministério. 
Não seremos meramente um ministro, mas um ministro com um ministério. Então ministraremos vida, Deus e as riquezas de Cristo aos outros. Não somente passaremos aos outros certos ensinamentos, doutrinas e conhecimento. Tudo o que fizermos será um ministrar Cristo, Deus, aos outros. Essa é a necessidade atual.

ANDAR NO MESMO ESPÍRITO

Em 2ª Coríntios 12:18 Paulo diz que ele e Tito andavam no mesmo espírito. Esse versículo e os outros versículos sobre os quais tivemos comunhão mostram-nos que tipo de pessoa o apóstolo Paulo era. Ele era uma pessoa total, absoluta e inteiramente vivendo no espírito. Ele nunca era tirado do espírito.

Uma Pessoa no Espirito

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UMA PESSOA NO ESPÍRITO

Capítulo 2
II Co  1:9,12; 2:13; 4:13,16; 12:18; 10:3-4; 3:14; 4:4.

Se você penetrar no espírito das Epístolas de Paulo a os Coríntios, verá que ao escrever essas duas cartas tinha por pano de fundo a história dos filhos de Israel. Toda a história dos filhos de Israel é um tipo completo das experiências dos cristãos no Novo Testamento (1ª Co.10:6 a11). Muitos cristãos estão claros quanto ao fato de que a Páscoa (1ª Co.5:7), o êxodo do Egito (1ª Co.10:1-2), a peregrinação no deserto (Hb.3:7-19) e o desfrute do maná celestial e da água proveniente da rocha fendida (1ª Co.10:3-4) são todos tipos de nossa experiência cristã atual. Mas a maioria dos cristãos não está tão clara de que entrar na boa terra, viver, andar, trabalhar e labutar nela também são tipos de nossa experiência cristã (Cl.2:6-7). Nossa necessidade é conhecer mais e mais acerca do viver, andar, trabalhar, lavrar e também da luta do povo de Israel na boa terra.

QUANDO Paulo escreveu essas duas cartas, ele deve Ter tido como pano de fundo essa história. Em 1ª Coríntios 5:7 ele disse que Cristo era nossa Páscoa. Então, no capítulo dez, disse-nos que hoje estamos desfrutando o maná celestial e estamos bebendo a água viva da rocha fendida (vs.3-4). Isto significa que em 1ª Coríntios o povo havia sido levado para fora do Egito e peregrinava no deserto. Essa era a verdadeira situação dos coríntios, e com respeito a isto, atualmente muitos cristãos são coríntios. Não devemos pensar que somos melhores do que os coríntios. Alguns falam sobre a igreja celestial na carta de Efésios, contudo, muitos dentre eles, não são celestiais. Pose-se falar sobre a boa terra, Canaã, mas ainda se pode estar no Egito ou no deserto. Quando está em seu espírito, você está nos lugares celestiais (Ef.2:6) porque os lugares celestiais não podem ser separados de seu espírito. Os lugares celestiais estão no espírito, e  o espírito está nos lugares celestiais ( Hb.4). Sempre que vive no espírito, você é elevado e encontra-se nos lugares. Mas você acha que hoje esta andando plenamente no espírito?

OS coríntios falavam muito acerca de coisas espirituais, mas faziam-no de maneira carnal e almática. O apóstolo Paulo disse-lhes na primeira carta que eram carnais, não espirituais (3:1). No capítulo dois
da primeira carta ele falou de homens almáticos (v.14). Um homem espiritual (2:15) é alguém que  não se comporta segundo a carne ou age segundo a vida da alma, mas que vive segundo o espírito, ou seja, segundo seu espírito, ou seja, segundo seu espírito (Rm.1:9) amalgamado com o Espírito de Deus (Rm.8:16; 1ª Co.6:17). Essa pessoa é dominada, governada dirigida, movida e guiada por este espírito amalgamado. Embora os coríntios falassem muito sobre as coisas espirituais, o apóstolo Paulo chamou-os de carnais e almáticos. Estavam falando sobre coisas espirituais na alma e na carne. Alguns podem falar acerca das coisas celestiais em Efésios, mas  o fazem como os coríntios: na alma ou na carne.

A Segunda Epístola aos Coríntios é bem mais profunda que a primeira. Parece que não muitos têm dado atenção a esta Segunda carta. Em Romanos há a justificação pela fé, e em Efésios, está a igreja como o Corpo de Cristo. Mas qual é o conteúdo de 2ª Coríntios? Que impressão você extrai desta carta? Devo dizer-lhe que esta carta é totalmente no espírito. Muitos cristãos estão vivendo na carne ou na alma, não no espírito. Muitos conhecem algo acerca do Espírito Santo, mas poucos conhecem acerca de seu espírito humano no qual o Espírito Santo habita.

A - Após a carne e a alma em 1ª Coríntios, chegamos ao espírito em 2ª Coríntios.
B - Após o átrio exterior e o Santo Lugar, chegamos ao Santo dos Santos;
C - Após o Egito e o deserto, chegamos a boa  terra, á terra de Canaã.

Nesta carta você pode ver a boa terra. Também pode ver a vida prática do Santo dos Santos. Nesta carta pode-se ver alguns seres humanos absolutamente no espírito.

NÃO CONFIAR EM NÓS MESMOS, MAS EM DEUS
 
EM 2ª Coríntios 1, Paulo diz-nos que ele e seus cooperadores foram “sobremaneira oprimidos acima das nossas forças, de modo tal que até da vida desesperamos” (V.8- IBB-Ver). Neles mesmos já tinham tido a sentença de morte a fim de não confiarem em si, mas no Deus que ressuscita os mortos (v.9). Necessitamos ser impressionados com estas palavras em 1:9). “Para que não confiássemos em nós, mas em Deus” (VRC). Pela redenção de Cristo, o próprio Deus, que está nos céus, veio até nós, para dentro de nosso espírito (Cl.1:27;2ª Tm.4:22). Agradecemos ao Senhor por ele estar agora em nosso espírito, chamando-nos para esquecer as coisas almáticas e para voltar-nos ao nosso espírito para encontrá-lo. Devemos não mais confiar em nosso ego ou em nossa alma, mas em Deus que está em nosso espírito. PODEMOS conhecer a doutrina acerca de não mais confiarmos em nós mesmos, mas em Deus. Dizer que confiamos em Deus é fácil, mas em nossa experiência pode ser diferente. Se a esposa não for agradável para seu marido, a primeira coisa que ele normalmente fará é exercitar a mente para considerar a situação de sua esposa. Esse é o significado de confiar em si mesmo. Se realmente aprendemos a lição de não confiar em nós, primeiramente exercitaremos o espírito, não a mente puramente humana e exercitaremos o espírito após termos a mente de Cristo. Imediatamente voltaremos ao espírito e exercitaremos o espírito para contactar Deus. Isso significa, na prática, que não confiarmos em nós, mas em Deus. Todos precisamos deste tipo de experiência hoje.



O Selo do Espírito Santo ?

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I.                    O que é o selo do Espírito Santo?


1- Marca de PropriedadeII Timóteo 2:19

O selo traz a idéia de possuir ou marcar 
propriedade.  Ao colocar o selo como um símbolo, o local está sinalizado de quem pertence tal coisa como uma autenticação do dono. Isso serve para mostrar que os crentes em Jesus são propriedade particular de Deus (I Pd 1.9). Somente quem recebe a Jesus Cristo e o declara como Senhor de sua vida é que temo selo do Espírito Santo (I Coríntios 12.3).
Você se sente propriedade de Jesus? Ou se comporta como se fosse dono de si mesmo?
                  
2- Marca de SantidadeÊxodo 39.30

O sumo-sacerdote ao assumir seu posto, recebia uma coroa que consistia numa lâmina de ouro onde estaria escrito: SANTIDADE AO SENHOR! (Êxodo 28.36-38).
Da mesma forma nós hoje somos sacerdotes do Deus Vivo e podemos ministrar em Sua presença, mas a única exigência do Senhor é Santidade. Se um sacerdote entrasse na presença do Senhor e estivesse em pecado ele morria.
A santidade é o compromisso com Deus e a luta contra o pecado.
Você tem buscado a santidade em sua vida?

3- Marca de PromessaEfésios 1.13 e 4.30

A Bíblia diz que somos selados com o Espírito Santo da promessa (Ef 1.13). Os crentes têm sido selados (Ef. 4: 30), mas devem ter o cuidado para não destruir a impressão deste selo (II Co 1.22).
A vinda do Espírito Santo é a maior promessa de Jesus para seu povo. Quando recebemos o Espírito Santo, somos selados, marcados por Deus.
Você crê na promessa do Espírito Santo?

4- Marca de SalvaçãoApocalipse 7.2,3

Antes da volta de Jesus, Deus mandará selar os seus para suportarem à Grande Tribulação e os selados pelo Espírito Santo não receberão a marca da besta. O selo de Deus será a garantia da salvação e proteção contra todo o mal.
A marca do Espírito Santo selando as frontes dos crentes significa uma convicção profundo de fé e mentes esclarecidas contra todo o engano e perseguição do inimigo. A certeza da salvação é uma marca do selo do Espírito em nossas mentes.
Você tem essa convicção em sua mente e coração que é protegido e salvo por Deus?

I. O que é o selo do Espírito Santo?

O Espírito Santo é referido como o "penhor", "selo" e "garantia" no coração dos cristãos (2 Coríntios 1:22; 5:5, Efésios 1:13-14; 4:30). O Espírito Santo é o selo de Deus sobre o Seu povo, a Sua reivindicação sobre nós como pertencentes a Ele. A palavra grega traduzida como "garantia" nestas passagens é arrhabōn que significa "penhor, entrada", isto é, parte do dinheiro de compra ou de propriedade dada antecipadamente como garantia para o resto. O dom do Espírito para os crentes é um sinal da nossa herança celestial que Cristo nos prometeu e garantiu na cruz. É porque o Espírito nos selou que temos a certeza da nossa salvação. Ninguém pode quebrar o selo de Deus.

O Espírito Santo é dado aos crentes como uma "primeira parcela" para assegurar-nos de que a nossa plena herança como filhos de Deus será entregue. O Espírito Santo nos é dado para
confirmar que pertencemos a Deus, o qual nos concede o Seu Espírito como um dom, assim como Sua graça e fé são dons (Efésios 2:8-9). Através do dom do Espírito, Deus renova e nos santifica. Ele produz em nossos corações os sentimentos, esperanças e desejos que são evidência de que somos aceitos por Deus, que somos considerados Seus filhos adotivos, que a nossa esperança é genuína e que a nossa redenção e salvação são certas da mesma forma que um selo garante um testamento ou acordo. Deus concede-nos o Seu Espírito Santo como o penhor certo de que somos Seus para sempre e seremos salvos no último dia. A prova da presença do Espírito é a Sua transformação no coração que produz o arrependimento, o fruto do Espírito (Gálatas 5:22-23), a conformidade com os mandamentos e vontade de Deus, uma paixão pela oração e louvor, assim como amor pelo Seu povo. Essas coisas são as evidências de que o Espírito Santo renovou o coração e que o cristão está selado para o dia da redenção.

Por isso, é através do Espírito Santo, Seus ensinamentos e poder orientador que somos selados e confirmados até o dia da redenção, completos e livres da corrupção do pecado e da morte. Porque temos o selo do Espírito em nossos corações, podemos viver com alegria, confiantes de nosso lugar certo em um futuro que contém glórias inimagináveis.


II. Qual a diferenca entre batismo e selo do Espirito?


 Muitas pessoas erram ao pensar que 1 Coríntios

12 esteja falando do recebimento do Espírito Santo

pelo convertido, quando ali o assunto é a inclusão

do crente naquilo que aconteceu uma só vez no dia

de Pentecostes.


1Co 12:12-14 Porque, assim como o corpo é um, e tem muitos membros, e todos os membros, sendo muitos, são um só corpo, assim é Cristo também. Pois todos nós fomos batizados em um Espírito, formando um corpo, quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espírito. Porque também o corpo não é um só membro, mas muitos.

Veja que o contexto é o corpo de Cristo e não a salvação individual e nem ao recebimento do Espírito Santo. Paulo fala aos Coríntios "todos nós fomos batizados em um Espírito, formando um corpo". Obviamente o corpo não é formado cada vez que alguém se converte e recebe o Espírito, portanto isso aqui não aconteceu quando os de Corinto se converteram ou foram selados com o Espírito Santo, mas foi o que ocorreu em Pentecostes (quando os de Corinto nem tinham sido salvos ainda). Mas aquele evento de Pentecostes é válido para todos os que foram salvos depois. Todos estavam incluídos naquele batismo que formou a Igreja em Pentecostes. Pense no exército: ele foi formado em um determinado dia e a partir daí cada soldado é acrescentado ao "corpo" do exército sem que o exército seja formado outra vez. Pense no batismo no Espírito como um evento único que não se repete.

Efs 4:4-6  Há um só corpo e um só Espírito, como também fostes chamados em uma só esperança
da vossa vocação; Um só Senhor, uma só fé, um só batismo; Um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, e por todos e em todos vós.

Eu entendo que o versículo 5 esteja falando do batismo nas águas, porque no versículo 4 ele falou do corpo e do Espírito no qual esse um só corpo foi batizado.

Efs 1:13-14  Em quem também vós estais, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação; e, tendo nele também crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa. O qual é o penhor da nossa herança, para redenção da possessão adquirida, para louvor da sua glória.

Aqui não é o batismo no Espírito, mas o recebimento do selo do Espírito, que é o próprio Espírito habitando em nós. No batismo de Pentecostes o Espírito veio habitar na terra e particularmente na igreja, embora naquele momento os 120 crentes ali tenham recebido individualmente o selo do Espírito também. Mas a partir daí (e é o assunto de Efésios) recebemos o selo do Espírito quando cremos. Chamar de batismo no Espírito é o mesmo que dizer que o corpo de Cristo é formado a cada pessoa que se converte. Mas não é, somos meramente acrescentados a um Corpo que já existe.

Efs 5:18 E não vos embriagueis com vinho, em que há contenda, mas enchei-vos do Espírito;

Aqui já é outra coisa que não tem a ver com o batismo de Pentecostes e nem com o recebimento do selo quando cremos. Aqui fala de nos enchermos do Espírito e é possível ver que a diferença é grande quando nos lembramos de que os santos do Antigo Testamento também eram cheios do Espírito, embora nenhum deles tenha participado da igreja (que foi criada quando o Espírito desceu em Pentecostes) e nem tinham o selo do Espírito (que é característico daqueles que fazem
parte do corpo de Cristo, que é a Igreja).

Ao comparar com a embriaguez o apóstolo mostra que está falando de uma influência adicional, muito embora a embriaguez nos leve a perder os sentidos, o que o Espírito Santo não fará. Mas os aspectos semelhantes são a pessoa sendo influenciada por algo fora dela mesma, ficando mais alerta e disposta e agindo e caminhando de modo diferente. O "encher-se do Espírito" causa esse tipo de influência em nós, mas é algo que depende de nossa comunhão com Deus.

Então veja que temos algumas coisas distintas relacionadas ao Espírito:

- O encher-se do Espírito de Ef 5:18 que era algo possível mesmo aos santos do Antigo Testamento.

- O batismo do Espírito que aconteceu apenas uma vez em Pentecostes quando foi formado o corpo de Cristo, que é a igreja em Atos 2.

- O Espírito Santo habitando no crente como consequência disso, conforme o Senhor prometeu em João 14:16.

- O recebimento do selo do Espírito Santo, que é a garantia da nossa salvação em Ef 1:13-14.
 
- A unção do Espírito que permite que o crente entenda as coisas de Deus, como ensina 1 João 2:27.

Quando você compara a descida do Espírito sobre o Senhor Jesus em seu batismo nas águas com a descida do Espírito sobre os 120 na formação da igreja em Atos, encontra um grande contraste: sobre o Senhor o Espírito desceu em forma de pomba, mas sobre a igreja em forma de línguas como de fogo. A pomba nos fala de paz e o fogo de purificação. Não havia nada no Senhor que precisasse ser purificado, mas na igreja sim, daí a diferença.

Nós, individualmente, passamos primeiro pelo novo nascimento, ao nascermos da água e do
Espírito, que nos infunde vida para podermos sentir o peso de nossos pecados (ou nem sentiríamos isso) e crer no Salvador. O sangue derramado na cruz nos purifica de todo pecado, deixando-nos portanto aptos a sermos feitos morada do Espírito.

Quanto à sua dúvida sobre batismo de crianças, tal prática não existe na Bíblia, mas existe sim o batismo de famílias como a do carcereiro em Atos 16:30-34 e de Estéfanas em 1 Co 1:16, que foram obviamente batizadas na fé do cabeça da casa, como aconteceu em figura com todos os israelitas que saíram do Egito e passaram pelo mar ("Todos foram batizados em Moisés, na nuvem e no mar" - 1 Co 10:2), mesmo aqueles que não tinham entendimento do que estava acontecendo.


É importante entender que o batismo não tem conotação com a salvação da alma, mas com o colocar alguém "a salvo" deste mundo por introduzi-lo na esfera cristã. Existem hoje no mundo milhões de pessoas que nunca foram salvas e mesmo assim professam ser cristãs por terem sido batizadas (independente da idade) em nome de Cristo. 
A UNÇÃO, O SELO E O PENHOR DO ESPÍRITO

QUANDO a cruz de Cristo trabalha em você, este trabalho introduz a ressurreição. Portanto, em 1:21-22 diz-se que Deus nos ungiu, selou e nos deu o penhor, o antegozo do Espírito. Se desejamos ministrar algo de Cristo a outras, temos de experimentar Cristo pelo operar da cruz, e o operar da cruz é para a unção, o selar e o penhor do Espírito. O ministério provém de tal experiência. Estamos agora em Cristo e Cristo é nossa porção, mas experimentamos Cristo pelo operar da cruz. Necessitamos da obra da cruz porque temos o ungir, o selar e o antegozo, a garantia do espírito em nosso interior. Se você não foi levado a um fim, ser-lhe-á muito difícil se importar com a unção e o selar interiores. Ser-lhe-á difícil desfrutar do penhor interior do Espírito. O operar da cruz destina-se á experiência da unção interior, do selar e do desfrute interior do penhor do Espírito. Todos necessitamos do operar da cruz a fim de desfrutarmos o penhor do Espírito e para que possamos experimentar a unção e o selar do Espírito

1º A unção;
2º O selar
3º O penhor.

Deus nos ungiu Consigo mesmo. A unção é como uma pintura. Quanto mais alguém pinta mais tinta
deposita-se sobre a coisa que está sendo pintada. Hoje Deus é o pintor divino. Ele nos pinta com todos os Seus elementos. Quanto mais nos pinta com seus elementos divinos, mais esses elementos de Deus serão lavrados em nosso interior. Portanto, a unção de Deus em nós é a sua transmissão de todos os Seus elementos divinos dentro de nós. Quando éramos incrédulos, não tínhamos os elementos divinos.

 Somente tínhamos o elemento humano. Desde que nos tornamos cristãos, Deus está ungindo-nos Consigo mesmo em nosso interior para que possamos ter os elementos divinos dispensados para todas as nossas partes interiores. Deus unge-nos Consigo mesmo a fim de podermos ser totalmente mesclados a Ele, com os Seus elementos divinos, para sermos totalmente um com Ele.
A unção transmite os elementos de Deus para o nosso interior e o sela imprime os elementos divinos para expressar a imagem de Deus. Se, com um carimbo carimbarmos um pedaço de papel, a figura do carimbo será deixada no papel. O selar nos dá a figura ou a imagem. Deus não somente nos ungiu com todos os Seus elementos, como também selou-nos com Sua própria imagem. Quanto mais somos selados por Deus, mais teremos a sua imagem.

Finalmente temos o penhor do Espírito. O penhor do Espírito é o antegozo de Deus como uma amostra e garantia do pleno gozo de Deus. Deus colocou-se em nós como um tipo de sinal de pagamento ou o antegozo para que possamos prová-lo em nosso interior.

Devemos ser impressionados pelo fato de Deus Ter-nos ungido para todos os seus elementos, selado com sua própria imagem e Ter-se colocado em nós como um tipo de sinal de pagamento para nosso desfrute. Devemos aprender a perceber a unção interior, a como cooperar com o selar interior e como desfrutar o penhor interior, o sinal do pagamento, a garantia, o antegozo do Espírito Santo. Fazemos isso pelo operar da cruz.

 A cruz tem de levar-nos ao fim. Então poderemos dizer: “Senhor, agora tenho a sentença de morte. Estou desesperado de minha vida. Estou acabado. Estou terminado.” Imediatamente sentiremos a unção interior, o selar interior e mesmo o penhor interior do Espírito. Por meio dessas três experiências do Espírito que unge como a unção, o selar e o penhor, juntamente com a experiência da  cruz, o ministério de Cristo é produzido. Mediante o operar da cruz com a unção, selar e antegozo ou penhor interiores, teremos a experiência adequada de Cristo. Então teremos o ministério de que o Corpo de Cristo necessita desesperadamente nos dias de hoje. Que o Senhor seja misericordioso para conosco a fim de que sejamos levados á percepção de como precisamos do operar da cruz levando-nos ao fim e de quanto precisamos experimentar a unção interior, o selar e o penhor do Espírito a fim de que tenhamos um ministério verdadeiro para o Corpo de Cristo.

Encorajadados Por Deus

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ENCORAJADOS POR DEUS

A Segunda Epístola aos Coríntios 1:4-6 diz “Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, pela consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus. Porque, como as aflições de Cristo transbordam para conosco, assim também por meio de Cristo transborda a nossa consolação. Mas, se somos atribulados, é para vossa consolação e salvação; ou, se somos consolados, para vossa consolação é, a qual se opera suportando com paciência as mesmas aflições que nós também padecemos” . Orar e ler estes versículos repetidamente nos ajudará a ver que a necessidade atual da igreja é o ministério. Deus nos encoraja em toda a nossa tribulação com um propósito: que sejamos capazes de encorajar a outros. A palavra grega para consolação no versículo 4 também significa encorajamento. Ser consolado por Deus significa ser encorajado por Ele.

O OPERAR DA CRUZ

QUANDO mais os sofrimentos de Cristo abundam em nós, mais encorajamento ou refrigério
seremos capazes de desfrutar. Se desejamos ministra algo de Deus em Cristo aos outros, temos de sofrer (o sofrimento de Cristo) para Ter a experiência. É pelo caminho da cruz que teremos algumas riquezas de Cristo para ministrar aos outros. O ministério não surge de nenhuma outra maneira, mas somente pelo operar da cruz.
PAULO nos disse que Deus colocou-o numa situação onde foi “sobremaneira” (1:8) ou “excessivamente sobrecarregado” a fim de que ele pudesse confortar a outros. Você pode ser perguntar por que tem tantos problemas. Pode Ter problemas com o seu cônjuge, com os filhos e mesmo com seu corpo. Você percebeu que nessa carta existe a frase: “excessivamente sobrecarregado” ou “sobremaneira pressionado”? Você pode ser pressionado, mas é pressionada sobremaneira? Isso significa que a obra da cruz terminou com você, levou-o a um fim.
PAULO diz-nos que ele e seus cooperadores foram excessivamente sobrecarregados acima de sua capacidade ou força de modo que se desesperaram da própria vida (1:8). Muitos dos irmãos jovens têm força. Porém mais cedo ou mais tarde, o Senhor pressionar-lhe-á repentinamente, e você tentará suportar o sofrimento. Por fim dirá: “Senhor, abandono minha resistência porque a Tua pressão é algo bem acima das minhas forças.” Quando  você se encontra sob determinado tido de sofrimento, nunca tente exercitar sua própria força para suportá-lo sozinho. Nunca tente vencê-lo por si mesmo. Você deve perceber que por fim o Senhor irá pressioná-lo acima de suas forças. Quando vem a pressão, você pode exercitar toda sua força: fisicamente, mentalmente e espiritualmente. Mas quanto mais você exercitar sua força mais será pressionado. Por fim, admitirá que a pressão está bem acima de suas forças. Louvada seja o Senhor pela pressão sem limite acima de osso poder!

DEPOIS que Paulo nos disse que ele e seus cooperadores foram  tão sobrecarregados que se desesperam até da própria vida, ele disse: “Contudo, já em nós mesmos tivemos a sentença de morte, para que não confiemos em nós, e, sim, no Deus que ressuscita os mortos” (1:9). Quando os apóstolos estavam sob a pressão da aflição, desesperados até da própria vida, devem Ter-se perguntado qual seria o resultado de seu sofrimento. A resposta era a morte. A experiência de morte, contudo, introduz-nos na experiência de ressurreição. Ressurreição é o próprio Deus que ressuscita os mortos (Jo.11:25). A obra da cruz termina com nosso ego para que possamos experimentar Deus em ressurreição. A experiência da cruz sempre resulta no desfrute do Deus da ressurreição. Tal experiência produz e forma o ministério (2ª Co.1:4-6). Esta experiência é descrita mais detalhadamente em 4:7-12.

A palavra de Paulo nos mostra que precisamos ser terminados. Necessitamos chegar ao fim. Aí, então, aprenderemos a não confiar em nós mesmos, mas em Deus. Dizer que precisamos confiar em
Deus e não em nós é fácil, mas sermos completamente trabalhados nessa questão requer bastante experiência. Deus está trabalhando por meio da cruz para terminar conosco. (Obs. A cruz terminou para Jesus e quando disse que tudo estava consumado estava também dizendo para  nós que a cruz ficava como herança para nós daí o texto que diz para tomarmos nossa cruz e Segui-lo). Deus está trabalhado para levar-nos a um fim, até mesmo para que nossa espiritualidade, nossas conquistas espirituais, sejam levadas a um fim. Você pode confiar muito em suas conquistas espirituais, mas até isso tem de ser terminado.

EM 1:12, Paulo diz: “Porque a nossa glória é esta: o testemunho da nossa consciência, de que com simplicidade e sinceridade de Deus, não com sabedoria carnal, mas na graça de Deus, temos vivido no mundo, e principalmente convosco” (VRC). Em sua consciência, Paulo tinha o testemunho de que andava, movia-se e tinha seu ser nesta terra não em sabedoria carnal, mas na graça de Deus. Para alguns, sabedoria pode ser uma maneira inteligente de enfrentar determinada situação, mas essa sabedoria vem da nossa mente. A sabedoria humana é algo que você possui visando fazer algo para si mesmo. A graça de Deus é que você não faça nada, mas que Deus faça tudo em seu interior. Não é você fazer algo para enfrentar a situação, mas permitir que Deus faça tudo em você e por você (Isto é: o grande problema é o seu PERMITIR. A única coisa a fazer é o PERMITIR e isto não é fácil. Não podemos fazer nada humanamente falando: ir ao monte, jejuar, comprar seu passaporte com dízimos, com campanhas. O nosso papel no tomar a cruz é o de forçar mente e deixar que a ESPADA penetre dentro de nós e nos corte dividindo o que o pecado misturou e lutar pela transformação de nosso entendimento. O esforço, como disse não é humano pois sem fé é impossível agradar a Deus e fé é o firme fundamento ). Isso é a graça de Deus.


PAULO disse que se conduzia na simplicidade e sinceridade de Deus. Simplicidade pode também significar singeleza. Deus é simples e Deus é singelo. Quanto mais estamos na carne e na alma, mas complexos somos. Então não temos simplicidade, mas complexidade. Uma pessoa almática é muito complexa. No entanto, quanto mais permanecemos no Santo dos Santos, no espírito, mais simples nos tornamos. Quanto mais ficamos no espírito, mais somos simples e sinceros. Somos sinceros na motivação, no objetivo e em tudo o que desejamos. Em 1:12 estão a simplicidade ou singeleza de Deus, a graça de Deus e a sinceridade de Deus. Se fomos tratados com a cruz, de tal maneira que ela nos levou ao fim, seremos pessoas pacíficas que desfrutam e experimentam a graça de Deus cuidando de tudo por nós. Assim seremos tão simples e tão sinceros em nossa motivação e em nosso objetivo. Desfrutaremos a graça de Deus e teremos a simplicidade e sinceridade de Deus.

O Ministerio por Meio da Cruz

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O MINISTÉRIO POR MEIO DA CRUZ

Capítulo 1
II Co 1:4-6, 8-9,12,19-22.

Em II Coríntios, Paulo mostra-nos que se nossa intenção é ter um ministério em Cristo, temos de experimentar Cristo por meio da obra da cruz (1:9; 4:10-12), e  o operar da cruz é para experienciarmos a unção, o selar e o penhor do Espírito Santo (1:21-22). O ministério provém desta experiência. A Segunda Epístola aos Coríntios  dá-nos um modelo, um exemplo de como o mortificar da cruz opera, de como Cristo é trabalhado em nosso ser e como nos tornamos a expressão de Cristo. Isso constitui os ministros de Cristo e produz o ministério para a nova aliança de Deus. Efésios e Colossenses podem ser as cartas mais elevadas da Bíblia, contudo II Coríntios provavelmente é a mais profunda.

A BOA TERRA, O TEMPLO E A NOIVA.

O pensamento central das Escrituras é a intenção de Deus de trabalhar-se em nosso interior em Cristo e por meio do Espírito, a fim de que Deus e nós, nós e Deus, possamos ser verdadeiramente um em vida, em natureza e no Espírito. A fim de mostrar isso, Deus usa vários figuras ou símbolos na Bíblia.
Primeiramente, Ele usa a figura da boa terra (Êx.3:8; Cl.1:12; 2:6-7). Deus salvou e libertou Israel do Egito e o levou pelo deserto para a terra de Canaã, que era o real desfrute para os filhos de Israel (Dt.8:7-10). A boa terra é um tipo de Cristo para nosso uso. Deus libertou-nos do mundo, trouxe-nos a Cristo (1ª Co. 1:30), e fez de Cristo a boa terra a fim de que possamos desfrutá-Lo a todo tempo. Tudo o que Ele é será trabalhando em nós (Gl.1:16; 2:20; 4:19), e toda s as Suas riquezas (Ef.3:8) serão nosso desfrute (Rm.10:12). Então, em experiência, serremos um com Cristo.
OUTRO grande símbolo na Bíblia é o tabernáculo ou o templo (Jo.1:14; 2:19-21; 1ª Co.3:16-17; Ef.2:21-22; Ap.21:3, 22). Tanto no tabernáculo como no templo havia o átrio exterior, o Santo Lugar e o Santo dos Santos. Se você for um sacerdote de Deus no padrão que Ele deseja, você será alguém no Santo dos Santos. Ser um com Deus no Santo dos Santos é desfrutar Deus sendo amalgamado com Ele. Desfrutar Deus no Santo dos Santos, no espírito (Jo.4:24), é ser amalgamado com Ele (1ª Co.6:17) como um em vida e natureza (1ª Jo.5:12; 2ª Pd.1:4).
ALÉM da boa terra de Canaã e do tabernáculo ou templo, há outra figura na Bíblia relacionada ao nosso desfrute de Cristo. Essa figura é a

Noiva (Jo.3:29),
Esposa (Ap.19:7,
Virgem (2ªCo.11:2).

Todo o povo redimido de Cristo é uma noiva, uma virgem para Cristo. Todos nós temos de ser na experiência uma noiva e uma virgem para Cristo a fim de podermos desfrutá-lo, e Ele desfruta-nos, para sermos um como Ele. Portanto, na Bíblia, existem esses três tipos:

1-      A boa terra,
2-      O templo,
3-      A noiva, esposa e virgem para Cristo. Esses tipos podem também ser encontrados, em particular, em 2ª Coríntios.

Em 1ª Coríntios, os crentes ainda estavam no deserto, e não na terra de Canaã. Eles ainda estavam na carne (o átrio exterior) ou alma (o Santo lugar), mais ainda não estavam no espírito (o Santo dos Santos). Em 1ª Coríntios 5:7 a Páscoa é mencionada. O povo desfrutou a Páscoa no Egito. Então no capítulo dez estão o maná e a água viva proveniente da rocha fendida (vs.3-4). Esses itens também foram desfrutados pelo povo no deserto. Em 1ª Coríntios não podemos ver nada referente á entrada dos filhos de Israel na boa terra e do desfrute que tiveram dela. Portanto, o apóstolo Paulo os encorajou a prosseguir (1ªCo.9:24). Os coríntios podiam Ter os dons “espirituais” e o conhecimento,
todavia Paulo disse-lhes que ainda eram carnais (1ª Co.3:1, 3) e almáticos (2:14). Não eram espirituais (3:1) porque ainda agiam e andavam na alma e na carne. Paulo estava encorajando-os a prosseguir para saírem da esfera da vida almática, a fim de viverem no espirito, sob a liderança do Espírito para desfrutarem Cristo como sua boa terra.
Em 2ª Coríntios, Paulo foi adiante, dizendo-lhes que temia que eles fossem distraídos de Cristo. Eles tinham sido desposados a Cristo, mas ainda almejavam algo além dEle (11:2-3). Paulo os exortou a esquecer todos os outros objetivos e a tomar Cristo como seu único alvo. Ele é o Noivo e eles eram a noiva. A Segunda Epístola aos Coríntios mostra-nos algumas pessoas que realmente entraram na boa terra e desfrutaram suas riquezas. Elas experienciaram Cristo no espírito para tornarem-se parte da noiva de Cristo.
AS experiências mencionadas nesse livro são experiências no Santo dos Santos. Esse livro retrata uma pessoa que estava no Santo dos Santos. Paul e seus cooperadores eram tais pessoas. Eles entraram na boa terra e estavam vivendo no espírito, experienciando Cristo todo tempo. Eles eram profundos, até mesmo os mais profundos na experiência de Cristo.
É bem difícil alguém extrair doutrinas dessa Epístola. Se alguém tenta tirar doutrinas dela estará entrando no território errado. Nesse território, dificilmente são encontradas doutrinas, mas experiências em sua maior parte. Essas experiências não se passam no Egito nem mesmo no deserto, mas na boa terra de Canaã. As experiências não são na carne ou na alma, mas no espírito. Paulo não exercitava sua sabedoria carnal, mas a sabedoria espiritual que é o próprio Deus. As experiências nesse livro são as mais profundas; ocorrem no espírito, no Santo dos Santos. 2ª Coríntios pode ser considerada como a autobiografia do apóstolo Paulo. Se você quer saber que tipo de pessoa o apóstolo Paulo era, deve examinar 2ª Coríntios.

O MINISTÉRIO


A Segunda Epístola aos Coríntios fala sobre o ministério, que é constituído, produzido e formado com as experiências das riquezas de Cristo por meio de sofrimentos, pressões consumidoras, e da
obra mortificadora da Cruz. O ministério não é meramente uma questão de Dom. Uma pessoa pode ser capaz de falar fluente e eloqüentemente e de dar várias ilustrações e provérbios apropriados, mas isso somente é um Dom. O que as igrejas, o Corpo, necessita hoje é de o ministério. O Corpo precisa de alguns irmãos  que foram trabalhados de forma completa por Deus e com Deus a fim de terem algo de Cristo, não simplesmente em sua mente, como conhecimento a ser ensinado para os outros, mas como as riquezas de Cristo em seu espírito e em todo seu ser interior, para ser transmitido a outros. Espero que estes  se disponham a ir a certos lugares para contatar as pessoas a ter comunhão com elas. Por fim, será visto o crescimento em vida e a edificação dos santos nos lugares por eles visitados. Hoje existe muito ensinamento, muito conhecimento e muitos dons mas há uma grande carência de o ministério. Todos devemos ansiar por tal ministério. Precisamos orar: “Senhor, seja gracioso para comigo a fim de que eu seja libertado de meus conceitos relacionados aos dons. Como anseio ser trabalhado com algo de Deus em Cristo no espírito. Que eu tenha algo do elemento divino trabalhando em meu interior para ministrar aos outros a fim de Ter um ministério divino de Cristo”. A igreja necessita muito mais do ministério do que dos dons.

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